"Fábulas de La Fontaine" é conhecida como uma das três maiores fábulas do mundo, junto com "Fábulas de Esopo", do antigo poeta grego Esopo, e "Fábulas de Krylov", do escritor russo Ilyich Krylov.
Este livro tenta refletir a sociedade francesa na segunda metade do século XVII. É "uma enorme comédia com centenas de atos, o universo é seu palco, e humanos, deuses, bestas, tudo desempenha um papel nele". La Fontaine ousa expor a escuridão e a corrupção da dinastia feudal, a tirania e a hipocrisia do rei leão, a bajulação dos ministros, a corrupção e a violência dos funcionários, e a inocência e o massacre das pessoas comuns, todos os quais são vividamente reproduzidos.
Em termos de estrutura, La Fontaine se esforça para escrever fábulas em uma peça comprimida com uma abertura, desenvolvimento e final. Os diálogos são animados e naturais, mostrando as personalidades dos personagens, os ritmos estão sempre mudando e os versos são livres e cativantes. Ele elevou a criação de fábulas a um alto nível.
"Fábulas de La Fontaine" criou com sucesso imagens típicas de nobres, padres, juízes, comerciantes, médicos e fazendeiros, envolvendo todas as classes e indústrias, retratando vários pensamentos e desejos humanos, e é um espelho vívido que reflete a vida social da França no século XVII. Essas obras usam o mundo animal para refletir a vida real da sociedade humana, retratam os sofrimentos sofridos por pessoas comuns, refletem a situação miserável das pessoas na realidade, expõem a crueldade e a tirania da classe dominante e condenam sua natureza hipócrita.
As fábulas de La Fontaine são influenciadas pela literatura popular, então o estilo é natural e fluente, a linguagem é vívida e viva. As fábulas de La Fontaine são concisas, elegantes e harmoniosas. Desde sua publicação, tornou-se uma obra-prima do tesouro literário mundial.
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